De acordo com o empresário serial Ian Cunha, a marca e o produto formam o binômio que define a identidade e a sobrevivência de qualquer empresa. Branding não é maquiagem, é estrutura. A marca não serve apenas para parecer, mas para sustentar percepção, confiança e coerência ao longo do tempo. Produto e marca são forças interdependentes.
O produto entrega valor tangível; a marca traduz esse valor em significado. Quando o branding é superficial, o negócio até pode vender, mas não se diferencia. Quando o branding é estratégico, ele direciona decisões, do portfólio ao tom de voz, da precificação à experiência. Se você ainda trata branding como estética, e não como estratégia, este é o momento de repensar.
O que o branding realmente faz?
Branding não começa na cor do logotipo, mas na clareza de propósito. A marca é a lente que orienta o olhar do público e organiza o comportamento da empresa. Um produto pode resolver um problema; uma marca coerente resolve o problema certo para o cliente certo.

Sob o olhar do fundador Ian Cunha, um branding eficaz é o que une percepção e operação. Ele garante que o produto reflita a promessa é que a comunicação amplifique a entrega. Quando o posicionamento é sólido, o mercado entende o porquê da empresa existir, e é esse “porquê” que sustenta o crescimento mesmo quando o cenário muda.
Marca e produto: O mesmo DNA em linguagens diferentes
Um erro recorrente é separar branding e produto como se fossem departamentos isolados. O resultado é uma empresa que fala uma coisa e entrega outra. A marca comunica excelência, mas o produto entrega mediocridade. A promessa seduz, mas a experiência decepciona. Nesse descompasso, a credibilidade desaparece.
Para o CEO Ian Cunha, o branding maduro traduz o produto em percepção. Ele faz com que cada decisão técnica (do design à logística) reforce a identidade central. O produto passa a ser uma expressão tangível do que a marca defende. E, nesse ponto, marketing deixa de ser teatro e vira coerência.
Branding como estratégia: Quando o nome orienta a execução?
Tratar branding como verniz é um erro comum de empresas jovens. Elas constroem identidade visual sem propósito e slogan sem norte. Branding estratégico, em contrapartida, é uma bússola que orienta tudo o que a organização faz. Ele define o que entra e o que sai, o que merece investimento e o que deve ser abandonado.
A força de uma marca está na capacidade de dizer “não” com convicção. Marcas frágeis tentam agradar a todos; marcas fortes escolhem território e sustentam coerência. Esse foco reduz a dispersão, fortalece a cultura e cria uma narrativa contínua entre visão e entrega.
Produto que vive a marca: Valor percebido antes de valor comprado
O produto que reflete branding estratégico não precisa disputar preço; ele disputa significado. Quando o consumidor entende a lógica por trás da marca, ele compra continuidade, não apenas utilidade. Isso explica por que empresas com identidade sólida resistem a crises: a confiança acumulada funciona como um capital emocional.
De acordo com o empresário Ian Cunha, produto e a marca se retroalimentam. Um aprimora o outro. Cada novo lançamento valida o posicionamento, e cada comunicação reforça o valor entregue. Essa sinergia gera um círculo virtuoso de credibilidade, ativo que nenhuma campanha pontual consegue comprar.
Marca e produto: O elo que sustenta legado
Como conclui o fundador Ian Cunha, a marca e o produto não são elementos paralelos, são o mesmo organismo visto de ângulos diferentes. O branding que nasce da estratégia transforma o produto em discurso, e o discurso em confiança. A marca é o que sobra quando o marketing termina, é o significado que permanece depois da venda.
Branding, portanto, não é verniz. É uma estrutura invisível que organiza o sentido do negócio e o faz atravessar o tempo. Sem ele, o produto pode até conquistar atenção. Com ele, conquista a permanência.
Autor: Vyre Crale
